Pesquisar este blog

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

NASA tentará destruir na próxima semana asteroide que pode acabar com a Terra

o dia 8 deste mês, a NASA lançará a missão OSIRIS-REx, com o objetivo de investigar o asteroide Bennu, que poderá colidir e destruir a Terra em 120 anos.
“É o começo de uma viagem de sete anos para trazer amostras cristalinas do asteroide Bennu. A equipe construiu uma nave espacial incrível e estamos bem munidos para investigar Bennu e voltar com nosso tesouro científico”, afirmou o pesquisador principal da missão, Dante Lauretta.  
Ver as imagens
De acordo com pesquisas anteriores, Bennu poderá apresentar precursores moleculares para originar vida. Além disso, o conhecimento sobre sua estrutura e propriedades físicas e químicas permitirá aos especialistas ajudar a diminuir o impacto do asteroide.
 
 Acredita-se que a nave alcançará Bennu em agosto de 2018 para reunir material de sua superfície e regressará em setembro de 2023. Durante a viagem, OSIRIS-REx orbitará por um ano ao redor do Sol e utilizará o campo gravitacional do planeta para se impulsionar até o asteroide.
Foto: Pixabay

domingo, 21 de agosto de 2016

Cientistas afirmam ter descoberto o maior sistema solar do universo

  • Concepção artística do planeta 2MASS J2126-8140 que orbita ao redor da TYC 9486-927-1
    Concepção artística do planeta 2MASS J2126-8140 que orbita ao redor da TYC 9486-927-1
Um grupo de cientistas descobriu o maior sistema solar do universo já conhecido, formado por um planeta e uma estrela -- separados por bilhões de quilômetros de distância. As informações são de fontes acadêmicas da Universidade Nacional Australiana.
Os dois corpos estão separados por uma distância equivalente a 6,9 mil unidades astronômicas --uma unidade astronômica equivale à distância entre a Terra e o Sol. Ou seja, um trilhão de quilômetros, segundo um comunicado da universidade.
Esta distância é "aproximadamente três vezes superior" à do que era considerado, até agora, o maior sistema solar existente.
O planeta, conhecido como 2MASS J2126-8140, leva cerca de um milhão de anos terrestres para completar uma volta em torno da estrela anã chamada TYC 9486-927-1.
O planeta formado por gás tem massa 12 a 15 vezes superior à de Júpiter.
"Surpreendeu-nos muito encontrar um objeto de massa baixa [o planeta] tão longe da sua estrela mãe", comentou Simon Murphy, da Faculdade de Astronomia e Astrofísica da universidade australiana.
O astrônomo Murphy e seus colegas notaram a relação entre o planeta e a estrela após perceberem que os dois astros se localizavam a 100 anos-luz da Terra. Análises seguintes mostraram que eles se moviam juntos.
Cientistas não sabem ao certo como o sistema solar pode ter se formado. "Não é provável que ele tenha se formado como o nosso sistema solar, de um grande disco de poeira e gás", disse Murphy.
A equipe de cientistas acredita que o sistema solar seja relativamente jovem e tenha surgido entre 10 a 45 milhões de anos atrás, em comparação com o nosso sistema solar, que tem cerca de 4,5 bilhões de anos. (Com as agências internacionais)

Fonte: http://noticias.uol.com.br/

SITE DA NASA

https://www.nasa.gov/

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Um planeta anão quase do tamanho de Plutão vem se escondendo no sistema solar


Planeta OR10



© Fornecido por Gizmodo Mesmo em um universo cheio de planetas, o 2007 OR10 é especial. Ele é relativamente grande, apenas um pouco menor do que Plutão; e ele está próximo, dentro do nosso próprio sistema solar. Ainda assim, ele pegou astrônomos de surpresa.
Pesquisadores do Observatório Konkoly (Hungria) revelam no Astronomical Journal que descobriram novos detalhes sobre o planeta 2007 OR10: ele é o terceiro maior planeta anão já visto em nosso sistema solar.
O 2007 OR10 tem diâmetro de 1.535 km, o que o torna um monstro se comparado a outros planetas anões em nosso sistema solar - só é menor que Plutão (2.374 km) e Eris (2.326 km). Ele também é o maior planeta sem nome próprio em nosso sistema solar.
Até mesmo planetas anões que são consideravelmente menores, como Haumea e Makemake, são tidos como grandes o suficiente para precisar de nomes.
2007 OR10 (2)© Fornecido por Gizmodo 2007 OR10 (2)
Primeira imagem: conceito artístico do 2007 OR10/NASA

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Se os alienígenas forem reais, sua aparência não será como imaginamos

Será que a humanidade irá encontrar outros seres vivendo em meio às estrelas? Eles estão presentes em inúmeros livros e filmes, e descobertas recentes sugeriram que planetas com condições semelhantes às da Terra (habitáveis), podem ser surpreendentemente comuns.
No entanto, se realmente conhecermos os habitantes de outros planetas, as diferenças entre eles e nós provavelmente serão muito maiores do que os episódios de ‘Jornada nas Estrelas’ nos fazem imaginar.
Eles não terão uma biologia humanoide.
Ver as imagens
A ideia muito presente nos filmes de ficção científica de que os alienígenas teriam características semelhantes aos humanos, exceto por alguns traços casualmente rearranjados para manter seu visual exótico, não tem nenhuma base científica. Embora o fenômeno da evolução convergente tenha resultado em muitas espécies da Terra desenvolvendo características parecidas de forma independente (como a habilidade de voar), estes atributos evoluíram em semelhantes condições terrestres e evolucionárias.
Contos de homenzinhos verdes com olhos esbugalhados têm servido de entretenimento para os humanos por gerações, mas a única teoria plausível para a presença verdadeira de alienígenas humanoides na galáxia seria a panspermia, de acordo com a qual algum criador deliberadamente semeou a vida em diferentes planetas, ou micróbios se espalharam pelo universo por meio do lixo espacial. Caso contrário, as chances de que, entre as infinitas formas de vida que os alienígenas podem ter, a “vencedora” fosse semelhante à da humanidade, são extremamente pequenas.
Na verdade, a vida não se parecerá em nada com o que temos na Terra.
Ver as imagens
De acordo com um texto da Scientific American, as propriedades singulares do carbono, que formam ligações duplas com outros átomos de carbono de forma “fácil e natural” quando comparado a outros elementos como o silício, formam a base de toda a química orgânica. “O carbono é o componente principal de açúcares, proteínas, gorduras, DNA, tecidos musculares, e praticamente tudo que está presente em nosso corpo.”
No entanto, formas de vida com bioquímicas alternativas baseadas em elementos como o silício poderiam evoluir em condições planetárias diferentes. Embora a água seja, de longe, o solvente orgânico mais comum e adequado para permitir a vida em outros planetas, também é possível que outros compostos como a amônia ou o sulfato de hidrogênio pudessem suprir este papel. Alterando qualquer um dos blocos de construção fundamentais para a vida na Terra — ou simplesmente alterando qualquer uma das condições locais nas quais estes blocos de construção seriam montados — as chances da vida em outros mundos ser semelhante à nossa se reduzem drasticamente.
De acordo com o New Scientist, Sara Seager, cientista planetária do MIT (Massachusetts Institute of Technology em Boston, nos Estados Unidos), construiu juntamente com seus colegas William Bains e Renyu Hu modelos com o objetivo de detectar exoplanetas nos quais os gases atmosféricos não estão equilibrados, sugerindo portanto uma interferência biológica ou mecânica na sua química natural.

NASA avista algo muito estranho no interior do ‘Anel de Einstein’

Um misterioso círculo espacial, conhecido como o Anel de Einstein, pode esconder outra galáxia, segundo os cientistas.
O ‘Anel de Einstein’ é produzido por uma vasta galáxia que “dobra a luz” de uma galáxia que fica atrás dela, a quase 12 bilhões de anos luz de distância.
Agora, os cientistas parecem ter visto uma ‘galáxia anã’ através do Anel, o que provavelmente levará a muitas outras descobertas.
Em 2014, os astrônomos estudaram uma variedade de objetos astronômicos para testar o poder de um novo telescópio de alta resolução.
Uma das imagens experimentais mostra o Anel de Einstein, produzido pela gravidade de uma galáxia sobre outra, que está a quase 12 bilhões de anos luz de distância.
Este fenômeno, chamado de lente gravitacional, foi previsto pela teoria da relatividade de Einstein e oferece uma poderosa ferramenta para estudar as galáxias que, de outra forma, estariam distantes demais para se observar.
A nova descoberta pode oferecer aos cientistas uma forma de observar as partículas escuras que compõem 80% da massa do universo.
O astrônomo Yashar Hezaveh, da Stanford University, na Califórnia, disse que podemos encontrar estes objetos invisíveis da mesma forma que é possível ver as gotas de chuva na janela. Você sabe que elas estão lá porque distorcem a imagem dos objetos ao fundo.
“Estamos confiantes de que a tecnologia ALMA pode descobrir estas galáxias anãs. Nosso próximo passo é procurar mais delas e ter uma noção quantitativa, para descobrir mais sobre a temperatura das partículas de matéria escura.”

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Esfera misteriosa encontrada em floresta intriga cientistas

© Copyright British Broadcasting Corporation Arqueólogos bósnios dizem acreditar que pedra é a mais antiga criada pelo homem; tese é refutada por especialistas
(Reuters): Arqueólogos bósnios dizem acreditar que pedra é a mais antiga criada pelo homem; tese é refutada por especialistas
Uma enorme esfera de pedra encontrada em uma floresta da Bósnia-Herzegóvina vem intrigando e dividindo especialistas.
Em entrevista ao jornal britânico The Independent , o arqueólogo bósnio Semir Osmaganic advoga que formação rochosa é a mais antiga feita à mão por humanos.
Descoberta em uma floresta próximo à cidade bósnia de Zavidovici, a bola de pedra mede entre 1,2 a 1,5 metro de diâmetro, e, em sua composição, tem uma quantidade "extremamente alta" de ferro, segundo Osmaganic.
De acordo com outro pesquisador bósnio, Sam Osmanagich, a região era repleta de esferas no passado, mas muitas teriam sido destruídas na década de 70 por culpa de boatos de que havia ouro escondido dentro delas.
Em 2005, Osmanagic, conhecido como o "Indiana Jones bósnio", virou destaque na imprensa internacional ao alegar que um conjunto de colinas no Vale Visoko, na Bósnia, era, na verdade, um local de pirâmides antigas ligadas por uma rede de túneis subterrâneos.
Apesar das críticas que recebeu na ocasião, o especialista teve o apoio do governo do país, que liberou recursos para escavações na área.
"Soubemos que o mundo está rindo da gente (...), mas não há governo no mundo que deva se calar diante de algo que é positivo".

Críticas

(Reuters): Região era repleta de esferas no passado© Copyright British Broadcasting Corporation Região era repleta de esferas no passado
Mas Anthony Harding, presidente da Associação Europeia de Arqueólogos, descreveu a revelação como um “total absurdo”.
"Acredito que a esfera possa datar da Idade do Bronze ou Romana. Mas a especulação de que ela seria uma estrutura de 12 mil anos é totalmente fantasiosa e ninguém com um mínimo de conhecimento básico sobre arqueologia ou história diria isso", disse Harding aoIndependen t.
Já Amanda Edwards, professora da Escola de Ciências Ambientais, Atmosféricas e de Terra da Universidade de Manchester (Reino Unido), diz não acreditar que a esfera tenha sido feita por humanos.
Segundo ela, a pedra teria sido formada “pela precipitação de cimento natural entre os grãos de sedimento”, processo conhecido como concreção, afirmou Amanda ao jornal britânico Daily Mail .

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/noticias/curiosidades

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Civilizações extraterrestres podem estar instaladas em aglomerados globulares

A cada nova descoberta da astronomia, como a existência de água em Marte, levantamos uma das questões mais recorrentes na história da humanidade: afinal, estamos sozinhos no universo? Para os pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e do Tata Institute of Fundamental Research, na Índia, as tão procuradas civilizações extraterrestres podem estar instaladas em aglomerados globulares.
Os aglomerados globulares são um grupo de milhares de estrelas que orbitam as galáxias em órbitas largas. Astrônomos estimam que existam em torno de 150 deles em torno da Via Láctea, enquanto a galáxia de Andrômeda pode ter mais de 500.
Omega Centauri é o maior e mais luminoso aglomerado globular conhecido. (ESO/Creative Commons)
As estrelas que se localizam em aglomerados globulares geralmente são pobres em metal, o que significa que elas não possuem muitos elementos como carbono, oxigênio e ferro – que formam a composição dos planetas rochosos e das criaturas que conhecemos na Terra.
Mas a dupla de cientistas Rosanne Di Stefano e Alek Ray prefere ser mais otimista. De acordo com os pesquisadores integrantes da Sociedade Americana de Astronomia, “é prematuro dizer que não existem planetas nos aglomerados”, uma vez que novas descobertas mostraram recentemente que planetas rochosos podem, sim, se formar em torno de estrelas pobres em metal.
Galáxia de Andrômeda pode ter mais de 500 aglomerados. (Nasa/Creative Commons)
Desta forma, se os planetas podem evoluir, é possível que consigam sobreviver durante um longo período de tempo, se transformando até o ponto em que a vida é possível dentro de sua atmosfera.  

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Arqueólogos dizem ter encontrado suposto celular de 800 anos - SERÁ???

Arqueólogos afirmam ter descoberto um celular de nada menos que 800 anos de idade durante uma escavação em Fuschl am See, na Áustria. Segundo a imprensa internacional, o aparelho é coberto de símbolos e se assemelha ao antigo telefone celular da Nokia.
A divulgação da foto do aparelho gerou polêmica entre internautas nas redes sociais. Alguns acreditam que o objeto pode ter sido trazido por alienígenas a Terra, reforçando a hipótese de que a tecnologia humana é fruto de ‘oferendas’ de seres extraterrestres.
Já outras pessoas creem que o suposto telefone possa ter sido levado ao passado por viajantes do tempo. Por outro lado, muitos duvidam de qualquer uma dessas teorias e afirmam que tudo não passa de uma brincadeira.
A veracidade da imagem não foi comprovada e os responsáveis pela escavação não foram identificados. Diante disso, os comentários dos internautas apostam que a notícia seja apenas um viral para comemorar o começo de 2016.
Postado no Youtube no final de dezembro no canal Paranormal Crucible, o vídeo que contém a informação já foi assistido por mais de um milhão de pessoas. 

Fonte: yahoo

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ 2016!

Foto da Nasa pode ter entregado 'mão de ET' em Marte

Se tem uma coisa que marcou 2015, ela foi Marte. Pela primeira vez tivemos mais informações sobre nosso “vizinho” e, com isso, várias teorias mirabolantes foram feitas na web.
A maioria delas utilizava fotos do Planeta Vermelho divulgadas pela Nasa. Nelas, animais, figuras sombrias e uma gama infindável de coisas eram “flagradas”. E, claro, antes do ano acabar, mais uma foto chamaria atenção.
Na nova imagem, divulgada pela Nasa, ufólogos que passam dias analisando essas fotos acreditam ter encontrado um ET. Ou, pelo menos, uma mão que provaria a existência de vida em Marte.

“No canto esquerdo da foto temos ali aparentes três dedos, com unhas e até articulações. Não restam dúvidas de que se trata de um extraterrestre. A Nasa até borrou parte da imagem para confundir”, afirma com ênfase o ufólogo Scott C Waring.
A Nasa, é claro, negou que as teorias mirabolantes da internet sejam a realidade. A agência espacial dos Estados Unidos segue com sua política de não comentar as imagens e se limitar a dizer que “qualquer descoberta de peso é sempre compartilhada”.
Desde 2012 a sonda Curiosity está em solo marciano e faz diversas fotos do Planeta Vermelho. Desde então ufólogos comentam essas imagens e tentam achar indícios de vida, mas apenas em 2015 que esse “hobby” se tornou mundialmente famoso.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Especial: as 10 notícias que marcaram a ciência e tecnologia em 2015

De emoji eleito a palavra do ano a chegada em Plutão, separamos as notícias mais curiosas e impressionantes que marcaram o universo da ciência e tecnologia nesse ano
Não são raras as vezes que notícias do mundo da ciência, pesquisa e tecnologia acabam questionando nossa realidade.
Afinal, alguns dos temas são tão futurísticos, que poderiam ter saído diretamente de um roteiro de ficção científica. 
Pensando nisso, abaixo reunimos algumas das notícias mais curiosas e impressionantes desse universo que fizeram manchete em 2015. 
1. Etiquetas de pele criam baterias humanas
AdesivoBateria
Em resumo, máquinas já estão usando pessoas para fins de… energia. Em janeiro, pesquisadores da Universidade de Singapura revelaram um sistema para dispositivos móveis que coleta energia diretamente da pele de uma pessoa. O adesivo, do tamanho de um selo postal, “colhe” eletricidade estática resultante do atrito entre duas superfícies diferentes e já conseguiu energia suficiente para alimentar lâmpadas LEDs. Mas o adesivo em questão é apenas um dos que se encontra em desenvolvimento para tentar se beneficiar de humanos para gerar energia para dispositivos móveis ou vestíveis. Trata-se de uma grande área de pesquisa. 
2. Você tomaria ordens de um chefe robô?
HitachiRobot 
Em setembro, a multinacional Hitachi anunciou a promoção do primeiro gerente de inteligência artificial do mundo. De acordo com o comunicado enviado à imprensa na época, o sistema de inteligência artificial tem como função supervisionar funcionários (humanos) em fábricas e dar ordens. Ele conta com interface com grandes sistemas de dados baseados em nuvem, e promete melhorar a eficiência da equipe (novamente, humana) em 8%. 
3. Artista desenha usando apenas seus olhos 
DrawingEyes_625
Graham Fink é um artista multimedia britânico especializado em criar retratos de pessoas simplesmente ao encarar a tela de um computador. É claro que falando assim, soa simples. Mas não, não é algo tão simples. 
Fink usa software avançado de rastreamento do olhar - além de uma concentração sobre-humana - para criar imagens ao deslocar seu olhar em torno de uma tela. Enquanto isso, a câmera de rastreamento ocular utiliza luz infravermelha para rastrear movimentos minuciosos de suas pupilas a medida que ele desenha. 
4. Robôs programados para aprender como crianças
Robo_criança
Isso é o que acontece quando você coloca cientistas e psicólogos em um laboratório juntos. Uma equipe multidisciplinar da Universidade de Washington anunciou em novembro um novo sistema para ensinar robôs aprenderem como crianças aprendem. Ao combinar pesquisa em desenvolvimento de crianças como algoritmos de aprendizado de máquina, a nova abordagem espera replicar milhões de anos de evolução biológica. 
A nova técnica pedagógica poderia ser menos preocupante não fosse por algumas notícias - aparentemente - não relacionadas que se deram no início desse ano. Em junho, pesquisadores da Universidade de Cambridge construíram um “robô-mãe” que consegue construir seus próprios bebês-robôs de forma independente, selecionando características ideais para cada geração de robôs. Ah sim, esperamos que tudo dê certo. 
5. Roupa para esportes que muda conforme você sua
roupaInteligente_Int_625
No futuro, quando a sua camisa se transformar e contorcer enquanto você malha na academia, lembre do item de número "5" dessa lista. Em outubro, o Tangible Media Group do MITapresentou uma espécie de “segunda pele” sintética que muda por conta própria sua forma, abrindo “janelas” que permitem que a transpiração evapore. Dito de outra forma, quando você começar a suar, sua camisa começará a se mover. 
O material batizado de BioLogic, desenhado para ser feito em impressoras 3D, é ativado por limites específicos de calor e umidade. E aí vem a verdadeira diversão: Os atuadores em nanoescala no tecido são, na verdade, microorganismos vivos - especificamente, bactérias, que têm sido usadas na medicina e na fermentação por séculos. O MIT está trabalhando com a marca esportiva New Balance para trazer a tecnologia para as prateleiras do varejo. 
6. Um Emoji foi considerado a palavra do ano 
EmojiAnoInt_625
Enquanto isso, no universo linguístico, a tecnologia conquistou a linha de frente do idioma inglês desse ano. Em novembro, o tradicional Dicionário Oxford fez história ao eleger um emoji como a palavra oficial do Ano de 2015. E não qualquer emoji ou muito menos o termo “emoji” ganhou o páreo. No caso, o "emoticon com lágrimas de alegria". Quando o Dicionário Oxford escolhe entre todas as palavras um ideograma da Internet, bem, acho que é seguro dizer que os tempos estão mudando. 
7. Sistema de computação quântico viaja no tempo
QbitsTempoInt_625
Um grupo internacional de pesquisadores conquistou manchetes há algumas semanas quando anunciaram um modelo de computador que envia dados de volta no tempo
Bem, você vai precisar de um doutorado ou talvez três deles para realmente entender o que eles fizeram, mas aqui vai a essência: através da profunda complexidade da física quântica, pacotes de dados podem ser enviados via uma “curva de tempo fechada” que atua como uma espécie de buraco de minhoca através do tecido do espaço-tempo. 
Se os pacotes de dados que viajam no tempo estão "emaranhados" com outro sistema de dados no laboratório aqui-e-agora, as correlações entre os dois conjuntos de dados pode alimentar uma espécie de supercarregado computador quântico que viaja no tempo. Esse computador pode, por sua vez, ser usado para resolver os problemas matemáticos que têm sido até agora impossíveis de resolver. Além disso, os pacotes de dados temporais giraria em um universo alternativo, mas há sempre alguns bugs com essas coisas. 
8. Biohacker dá a si mesmo visão noturna 
NightVision_625
O termo “biohacking” possui hoje em dia diferentes conotações, mas no reino do Faça Você Mesmo, a tecnologia se refere àquelas pessoas insanamentes corajosas que colocam seus próprios corpos em nome da ciência. 
Em maio, um grupo biohacker publicou uma pesquisa open source de um experimento notável de um homem, no qual, aparentemente, deu a si mesmo o poder de um super-herói: visão noturna. 
Aqui está a parte angustiante: o voluntário Gabriel Licina atingiu o efeito de visão noturna por ter uma substância chamada “clorina e6” injetada diretamente em seus olhos. O composto orgânico conhecido por ter propriedades de amplificação de luz deu a Licina visão temporária de pouca luz para uma gama de cerca de 50 metros, de acordo com o grupo “Science for the Masses” (em tradução, Ciência para as massas). Licina não sofreu efeitos adversos, além de um olhar excepcionalmente assustador por várias horas.
9. Carro sem motorista do Google é parado por baixa velocidade
GPullOver_Interna
No início de novembro, um carro do Google foi parado em Mountain View por tumultuar o trânsito local. No entanto, ao contrário do que poderia se esperar, o pequeno carro da companhia não excedia os limites de velocidade e sim dirigia muito abaixo do recomendado, causando um grande congestionamento. 
Os veículos autônomos do Google têm permissão para rodaram em ruas públicas dentro da Califórnia, mas apenas em zonas onde o limite é 56 km/h. O carro que foi parado dirigia a 38 km/h.
10. Após viagem de 9 anos, New Horizons finalmente chega a Plutão
Pluto_Surface_625
Após nove anos e 5 bilhões de quilômetros, a sonda New Horizons fez história ao chegar em meados de julho ao seu principal destino: Plutão. 
Lançada em 2006 a bordo do foguete Atlas, a sonda tinha como uma de suas missões enviar imagens e dados científicos daquele que já foi o nono planeta de nosso sistema solar. As análises a partir desses dados têm surpreendido cientistas, entre elas a descoberta de que Plutão mostra terreno com prováveis dunas, crateras, regiões montanhosas, uma rede de vales e água em estado sólido.
As imagens integram um dos downloads "mais pesados" da história. Uma vez que a New Horizons se encontra tão distante de nosso planeta, mais de cinco bilhões de quilômetros para ser exato, dados viajam a centenas de milhares de vezes de forma mais lenta do que uma banda larga por fibra ótica. Em resumo, levará 16 meses para baixar todo o conteúdo captado pela sonda.

Fonte: http://idgnow.com.br/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Companhia australiana pretende 'driblar' a morte com transplante de cérebro

(Reprodução/Ytmag)(Reprodução/Ytmag)Olhar para fotos, vídeos ou cartas daqueles que nos deixaram parece não ser mais algo suficiente para um grupo de cientistas australianos. Eles acreditam tanto nas atuais conquistas humanas nos campos de avanços robóticos, assim como a evolução da medicina no que diz respeito ao conhecimento cerebral, que decidiram passar a estudar uma forma de manter a consciência daqueles que fisicamente já se forma em corpos biônicos. Parece ficção científica, não é mesmo?
De acordo com a companhia Humai, eles pretendem "ressuscitar" os mortos e transformar a permanência da consciência humana em algo infinito.
"Nós estamos usando a inteligência artificial e a nanotecnologia para reunir dados de estilo de conversação, modelos comportamentais, processos de pensamento e informações sobre o funcionamento do corpo de dentro para fora. Estas informações serão codificadas em um sensor com múltiplas tecnologias, que será acoplado a um corpo artificial", explica o site do projeto.
O desafio é significativo, já que pretende colocar um cérebro já "morto" dentro de códigos que o façam artificialmente vivo novamente, a partir de um encaixe bastante fino feito em uma máquina com base de silicone. Experiências, passado, energia vital, personalidade e características todos devem ser reproduzidos.
De acordo com o CEO da Humai, Josh Bocanegra, em entrevista à Popular Science, "cada passo que damos na descoberta de como funcionam os pensamentos representam o que o desenvolvimento da tecnologia final está cada vez mais próximo. No entanto, somente no teste final, em que a cirurgia e o transplante se darão, é que o poderemos dizer que é realmente possível tornar ficção em realidade".

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Nasa encontra imagem do universo 'sorrindo' para a Terra

(Reprodução/Nasa)(Reprodução/Nasa)Uma surpresa apareceu em frente a estudiosos da Nasa que analisavam imagens do Observatório de Chandra e do telescópio Hubble. Linhas circulares de galáxias se construíram de uma forma especial que faz com que pareça que o universo está sorrindo para a Terra. Ainda não entendeu o fenômeno?
Estrelas localizadas a cerca de 4,5 milhões de anos luz, que provavelmente foram destorcidas pelo efeito da gravidade na luz, formaram o que pode parecer um emoticon de sorriso. Os pontos brilhantes que representam supostos 'olhos' são, na realidade, duas galáxias enormes que estão aproximando-se uma da outra a uma velocidade de cerca de 480 km/h. Já, o traço brilhante que simbolizaria um possível sorriso se forma graças a combinação (mesmo em profundidade) de diversos outros grupos de estrelas organizados um atrás do outro.
Por conta de um fenômeno chamado lente gravitacional, a luz das galáxias está chegando até aqui de uma forma curvada. Esse efeito foi previsto por Albert Einstein, na sua teoria geral da relatividade, que explica que a matéria distorce o 'tecido' do universo dependendo da relação espaço-tempo.
Objetos extremamente maciços, como galáxias e buracos negros podem se deformar tanto que eles causam uma espécie de distorção na luz de objetos atrás deles. Com esta descoberta do 'sorriso', os cientistas agora estão estudando mais profundamente galáxias do grupo Gato de Cheshire.
Em um artigo publicado no site da revista arxiv.org, o professor Jimmy Irwin, um astrônomo da Universidade do Alabama, e seus colegas disseram: "O grupo Gato de Cheshire é grupo relativamente pobre e dominado por duas galáxias elípticas luminosas cercadas por pelo menos, quatro arcos de galáxias de fundo, que dão ao sistema uma aparência bem-humorado".

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com

terça-feira, 24 de novembro de 2015

O universo pode estar completamente tomado por uma bizarra matéria escura

O mundo que nós conhecemos e todo o universo em torno dele pode estar cercado de uma densa e (quase) onipresente matéria escura, da qual inclusive cerca de 27% de todo o cosmo é feito. Pesquisas recentes divulgadas pela Nasa na imprensa britânica mostram que filamentos gigantes dessa substância negra estão concentrados em torno de corpos celestes, como a Terra ou Marte.
Matéria escura se organiza em fios que podem ser mais densos que sistemas solares inteiros. (Reprodução)Matéria escura se organiza em fios que podem ser mais densos que sistemas solares inteiros. (Reprodu&cc …
Segundo os cientistas, enormes "fios" (chamados pelos especialistas de "cabelos") de matéria escura estão por toda parte do universo, formando filamentos que podem ser maiores do que muitos planetas. Eles se movimentam na mesma velocidade e orbitam galáxias como a Via Láctea.
"Um filamento pode ser muito maior do que o Sistema Solar até, e existem muitos fios diferentes cruzando a nossa vizinhança", explica o pesquisador Gary Prézeau. "Quando a gravidade interage com o gás da matéria escura e fria durante a formação das galáxias, todas as partículas de dentro desse fluxo vão continuar na mesma velocidade".
No entanto, quando um desses fluxos se aproxima de um planeta como a Terra, a densidade desse fio fica maior, criando o cenário que os cientistas chamaram de "cabelos de matéria escura": um filamento não cruza a Terra, e fica concentrado em "raízes" que circundam o astro – o que não deveria acontecer, teoricamente, uma vez que, do ponto de vista da própria matéria escura, nenhum planeta seria obstáculo.
"Caso um dia consigamos identificar a localização desses cabelos, poderíamos potencialmente enviar uma sonda para finalmente identificarmos esses dados importantes sobre a matéria escura", acrescentou, entusiasmado, o professor Prézeau.
Porém, os filamentos não cruzam os planetas e formam raízes. (Reprodução)Porém, os filamentos não cruzam os planetas e formam raízes. (Reprodução)
Em planetas maiores, como Júpiter (o mais denso do Sistema Solar), a densidade da matéria escura em torno do astro pode chegar a 1 trilhão a mais do que o considerado normal. "A matéria escura iludiu todas as tentativas de detecção direta por mais de 30 anos. As raízes desses cabelos seriam o lugar mais atraente para pesquisar", completou o cientista Charles Lawrence, diretor do laboratório JPL, subordinado à Nasa.
Relacionada ao movimento de expansão constante do universo, a matéria escura não pode ser vista pelos olhos do homem, muito menos por telescópio. Mas a sua influência nos corpos é calculada com base nos efeitos gravitacionais – assim como, se você acender uma tocha em uma sala completamente escura, só poderá ver o que está sendo iluminado, mas isso não significa que não há mais nada naquele ambiente. 
Portanto, segundo os astrônomos, entender o seu comportamento poderá ser a chave para compreender melhor como as camadas invisíveis influenciam os planetas, bem como o comportamento dos oceanos e das marés com base nas fases da Lua.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Aquecimento global derrete gelo de montanhas e revela múltiplos cadáveres

  

Em nenhum aspecto possível o aquecimento global se torna algo bom. Mas, em alguns momentos, seus efeitos podem ser fascinantes. Principalmente para pessoas que são fissuradas na história do nosso planeta.

Foi isso o que aconteceu em um pequeno vilarejo na Itália. Um morador de Peio, cidade que fica aos pés de uma grande montanha, descobriu corpos mumificados que foram revelados por conta do degelo acelerado da neve na região.

Entre as expedições de Maurizio Vincenzi, responsável pela maioria das descobertas, foram encontrados diversos corpos de soldados e objetos que pertenciam a eles. Trata-se da revelação de quem participou da chamada “Guerra Branca”.

Cadáveres estão em perfeito estado de conservaçãoCadáveres estão em perfeito estado de conservação

O confronto entre italianos e austríacos aconteceu justamente no pé das montanhas da Itália e chegou a ocorrer em temperatura extremamente frias. Não a toa, todos os homens congelados foram encontrados agora em estado de conservação perfeito.

E muito mais do que soldados dessa guerra, Vincenzi encontrou também diversos combatentes da Primeira Guerra, todos no mesmo estado. Junto deles estavam diversos objetos da época que foram recolhidos por especialistas e agora estão sendo devidamente estudados.

Esse tipo de expedição, inclusive, pode ser ponto decisivo para uma mudança gigante na arqueologia mundial. Diversos arqueólogos garantem que é hora de se criar uma vertente glacial, que explore o gelo em todo o planeta. Para eles, diversos segredos da humanidade de milhares de anos poderão ser encontrados dessa forma.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/